O que elas têm
Tecnologia, time técnico, jurídico e capital para bancar um processo de dois anos. O que falta a elas é chegar até o empresário, e chegar com credibilidade.
Você levou anos construindo acesso a empresários, diretores e gestores financeiros. Esse relacionamento hoje rende só o que os produtos tradicionais permitem. Existe uma frente inteira de crédito tributário passando por essas mesmas empresas, e para participar dela você não precisa virar tributarista. Precisa da estrutura técnica por trás, e é ela que eu coloco na mesa.
Confiança de empresário não se compra com anúncio nem com equipe de vendas. Ele atende a sua ligação, te conta o problema de caixa antes de contar para o banco e te apresenta ao sócio. Nenhuma consultoria tributária do país consegue comprar esse tipo de acesso. É justamente por isso que elas dependem de gente como você para chegar até ele.
Tecnologia, time técnico, jurídico e capital para bancar um processo de dois anos. O que falta a elas é chegar até o empresário, e chegar com credibilidade.
A porta aberta. O telefone atendido no primeiro toque. A palavra que o empresário escuta antes de assinar. É o ativo mais caro dessa cadeia inteira e o único que não dá para terceirizar, comprar ou acelerar.
Nada. E parar de agir também custa: enquanto a conversa não acontece, o crédito da empresa envelhece mês a mês, e a parte mais antiga já não volta mais.
Esta é a parte que quase ninguém comenta com o empresário, e é a que transforma uma boa ideia em uma decisão com data marcada.
No Brasil, o direito de pedir de volta um tributo pago a mais tem prazo. Em regra, cinco anos. Não é um prazo que vence de uma vez: ele vence mês a mês. Cada mês que passa sem ninguém olhar, o mês mais antigo cai fora e não volta.
Na prática: a conversa que você adia neste trimestre não fica parada esperando você. Ela encolhe sozinha, todo mês, sem avisar ninguém.
Quase todo profissional já passou o nome de alguém para alguém e nunca mais soube o que aconteceu. A diferença entre as duas colunas abaixo é o que separa um favor de um contrato.
A divisão é simples e não muda em nenhum momento: o relacionamento é seu, a responsabilidade técnica é minha. Quatro etapas, do primeiro nome até o caixa na conta.
Você identifica uma empresa da sua rede. Nada de prospecção fria: é gente que já te atende o telefone e cujo negócio você conhece por dentro.
A reunião é montada em conjunto. Você entra com a relação e com o contexto da empresa, eu entro com a parte técnica. Você nunca precisa responder o que não sabe.
Levantamento documental, apuração e condução da operação até o fim. Se a análise não encontrar crédito consistente, o processo para aqui e ninguém foi exposto a nada.
O cliente recebe o caixa e você participa do negócio gerado, com percentual definido antes de começar e pago sobre o êxito. E a relação com ele sai fortalecida, não gasta.
O denominador comum é acesso e credibilidade. A formação pesa menos do que parece: o que decide é com quem você já consegue sentar.
Você conversa com o dono sobre caixa toda semana e conhece o balanço dele por dentro. Crédito tributário é caixa, e não entra como dívida no endividamento da empresa.
A sua carteira já é o filtro pronto. São empresas que você conhece pelo faturamento, pelo setor e pelo comportamento de caixa, uma a uma.
Você já é procurado quando o assunto é dinheiro. Levar caixa novo para dentro da empresa do cliente abre portas que produto nenhum abre.
Você tem o balanço, as notas e o histórico na mão. Ninguém está mais perto do número, nem tem mais autoridade para falar dele.
Você já senta com o empresário para falar de estrutura de capital. Essa é mais uma alavanca na mesa, e das que aparecem mais rápido.
A agenda que você construiu não caduca junto com o cargo. Ela continua valendo e pode virar uma frente própria enquanto o próximo passo não chega.
O seu papel é o que você já faz todo dia, e faz bem. A parte técnica tem dono, e não é você.
Da primeira planilha até a prestação de contas. Você acompanha cada etapa sem executar nenhuma, e continua sendo o dono da relação do começo ao fim.
Você não vai executar nada. Sua parte é a apresentação e a manutenção da relação, exatamente o que você já faz hoje, de graça.
É a objeção mais legítima da lista, e por isso a análise vem antes. Só chega ao cliente o que tem lastro documental. Se não houver, ele nem fica sabendo que foi avaliado.
A remuneração do parceiro é transparente e prevista em contrato. E o cliente não paga nada antes de receber: o honorário incide sobre o êxito. Ele sai com caixa que não tinha.
É um encontro de trabalho. Você sai com um critério para olhar a sua carteira já no dia seguinte, não com uma frase bonita para repetir.
Por que a complexidade tributária brasileira cria crédito parado dentro de empresas comuns, e por que as grandes consultorias não vão atrás das que estão na sua carteira.
Os sinais que aparecem no que você já vê: regime, setor, porte, folha e composição de receita. Um roteiro de leitura que cabe numa página e serve já na segunda-feira.
A abordagem que preserva a sua posição. O que dizer, o que não dizer e como conduzir a primeira conversa sem prometer nada que ainda não foi analisado.
Como funciona a remuneração, o que fica em contrato, prazos reais de operação e o que acontece quando a análise não encontra crédito nenhum.
Sem tempo cronometrado. Se você trouxer um caso da sua carteira, a gente olha junto.
Menos de um minuto para preencher. O link da transmissão chega no seu WhatsApp e no seu e-mail, e você recebe um lembrete uma hora antes.
Ao se inscrever você recebe o link da sala. Não há cobrança em nenhuma etapa e não há venda de curso no final.
Especialista em recuperação e estruturação de crédito tributário, compliance e renegociação de dívidas. Escolheu atuar justamente na faixa que quase ninguém atende: a empresa grande o bastante para ter crédito parado e pequena o bastante para nunca ter entrado no radar das grandes bancas. É um trabalho menos glamouroso e muito mais útil.
Complete aqui com anos de atuação, volume operado e casos, quando tiver os números conferidos. Prefiro deixar em branco a colocar estimativa.
Não. Não há taxa de adesão, mensalidade nem compra de material. A remuneração acontece no sentido contrário: você recebe quando há êxito.
Não, e não é isso que se busca. O modelo só funciona porque você continua onde está: é a sua posição atual que dá acesso e credibilidade. A atuação é complementar à sua atividade profissional, respeitadas as regras e limitações que se apliquem à sua categoria ou ao seu contrato de trabalho. Se você tem dúvida sobre o que o seu vínculo permite, traga a pergunta no encontro.
Não. É um modelo de parceria comercial independente. Não há vínculo empregatício, não há exigência de dedicação exclusiva e não há salário. A remuneração vem da participação nos negócios que nascem da sua indicação.
Sim, e essa é uma das quatro partes do encontro. Percentual, o que fica em contrato, quando o pagamento acontece e o que ocorre quando a análise não encontra crédito.
Não. A análise técnica é feita antes e o honorário incide sobre o êxito. Se não houver crédito consistente, o processo não avança e ninguém foi cobrado.
Varia com a tese, o volume documental e a via escolhida. Alguns caminhos são administrativos e mais rápidos; outros são judiciais e levam mais tempo. O prazo estimado é apresentado antes da assinatura, com base na análise daquele caso específico, nunca como promessa genérica.
O foco é o middle market: empresas com operação estruturada, faturamento relevante e histórico de recolhimento, mas que não são atendidas pelas grandes consultorias. O webinar entrega o critério prático para você separar isso na sua carteira.
Volume ajuda, mas não é o que decide. Uma única empresa do porte certo pode representar mais do que dezenas de indicações soltas. O que pesa é a qualidade do acesso, não a quantidade de contatos.
Não. O encontro é on-line e a operação também roda à distância: a análise técnica é documental e as reuniões com o cliente podem ser por vídeo. O que importa é onde estão as empresas da sua rede, não onde você mora.
Ao contrário. É um assunto que a maioria dos escritórios não domina e não oferece. Ser quem leva essa solução costuma reforçar a posição de consultor, não substituí-la.
Não há meta imposta nem exigência de exclusividade. As condições comerciais são apresentadas por escrito antes de qualquer compromisso.
Essas empresas existem, esse crédito existe e o relógio já está correndo. Uma hora alguém vai levar o assunto até elas. Quando isso acontecer, quem estiver do outro lado da mesa deixa de ser mais um contato da agenda e passa a ser quem trouxe caixa para dentro da empresa. Vale a pena ser você.